Peróxido de Hidrogênio Microrganismos e Doenças Controladas

Hemophilus influenzae, Klebsiella pneumoniae, Legionella pneumophila, Pseudomonas aeruginosa e outras causam enfermidades urinarias como a Escherichia coli, Proteus mirabilis, Enterobacter cloacae, Serratia marcescens e outras causam enfermidades gastrointestinais como a Helicobacter pylori, Salmonella enteritidis, Salmonella typhi. A Acinetobacter baumanii estão associadas a infecções hospitalares.

Pode se manifestar também numa gastroenterite devido à presença de enterotoxinas na comida ingerida comum em presunto e outras carnes com sal. Caracteriza-se por aparecimento súbito (após 4h) de vômitos, diarreia aquosa, dores abdominais. Outras formas de doenças são: Síndrome de pele escaldada, com aparecimento súbito de eritemas (zonas vermelhas dolorosas) que começam em redor da boca e se espalham para o resto do corpo.
Aparecimento de pequenas manchas vermelhas que progridem para pústulas cheias de pus que pode se romper e espalhar para outras regiões e progredir para furúnculo com nódulo grande e vermelho e depois para carbúnculo e estender-se para o tecido cutâneo. Pode infeccionar o coração após circulação pelo sangue e uma série de outras complicações. Uma super bactéria derivada esta especie é a chamada MRSA sub espécie resintente a antibioticos como a meticilina.

2002.
As infecções contraídas em ambiente hospitalar representam 85% de todos os casos de MRSA e estima-se que 1,2 milhões de pessoas adquirem infecção por MRSA anualmente durante a hospitalização.

A infecção ocorre após tratamento com antibióticos que permite a germinação de esporos deste organismo liberando toxinas que causam danos às paredes do intestino. Idosos ou pessoas com o sistema imunológico enfraquecido estão mais suscetíveis.

O gênero Serratia pode ser encontrado em alimentos, água e plantas e sua patogenicidade reconhecida desde os anos 60.
A Serratia marcescens é a espécie mais frequente e a Serratia liquefaciens mais rara, encontrada em casos de infecção relacionada à lente de contato e transfusão de sangue.

O A. baumannii, considerado no passado de baixa virulência, atualmente esta sempre envolvido em processos infecciosos de hospitais com pacientes que sofreram queimaduras, ou que tenham algum tipo de imuno-comprometimento, idosos e Aidéticos.
Costuma infeccionar o trato respiratório, sangue, urina e, menos comumente, a pele. Este patógeno tem resistência a múltiplas drogas dificultando seu tratamento.

Em infecções hospitalares causa complicações no aparelho urinário e em feridas de doentes imunologicamente deprimidos.

Quando causam infecções normalmente se localizam no trato urinário e no trato respiratório.

O desenvolvimento de resistência à vancomicina (ERV) por certas cepas de enterococus foi descrito no final da década de 80 e tem aumentado inclusive no Brasil com vários hospitais dando conta do fenômeno já entre 2000 e 2002.

Quando ingerida por um herbívoro, começa a sua multiplicação dentro deste, acabando por lhe provocar a morte, em seguida alimenta-se da carcaça e quando esta se acaba, produzem novos endósporos.
O B. anthracis tem cerca de 89 cepas conhecidas, algumas são virulentas e poderão ser utilizadas como armas biológicas.

O bacilo em forma de bastão pode resistir a desinfetantes fracos e sobreviver em estado latente por semanas à espera de um hospedeiro.


A disseminação se da por alimentos contaminados e por contaminação fecal-oral por animais como ovinos, suínos, coelhos, cães, aves marinhas, roedores, mamíferos marinhos, gatos e cavalos.

Os esporos sâo altamente resistentes, suportam até 100°C por 3 a 5 horas. Existem sete tipos de toxinas do botulismo designadas pelas letras de A a G; apenas os tipos A, B, E e F podem causar doença em humanos.

Nos humanos a Aspergillose é uma infecção pulmonar aguda, causar reações alérgicas em asmáticos, ataque ao tecido pulmonar e se espalhar pelo corpo.

As Noroviroses são altamente contagiosas e os principais agentes de infecção bacteriana. A transmissão se dá através das excreções, vômitos e diarreia dos doentes e concorre para uma alta transmissibilidade em lares, berçários ou escolas. Pessoas de todas as idades podem ser contaminadas, é considerada epidêmica e ocorre principalmente no Inverno.

Os seres humanos podem ser infectados por três gêneros da Família Parvoviridae. São eles Dependoviruses, os Erythroviruses e os Bocaviruses.

A infecção se da por contaminação com detritos fecais. Causam várias doenças como gastroenterites, vômitos, diarréia, dor abdominal e náuseas, conjuntivites, faringites, pneumonias e hepatites em imunodeprimidos, receptores de transplantes, doentes com AIDS, etc…

Os vírus da Influenza podem sofrer pequenas alterações na sua superfície, caracterizadas como mudanças antigênicas leves. É por isso que a cada ano a composição da vacina contra o vírus da Influenza precisa ser alterada.

Embora às vezes seja confundida com o resfriado, a gripe é muito mais grave e causada por vários tipos de vírus. Pode causar náusea e vômito, especialmente em crianças, mas tais sintomas são mais característicos da não relacionada gastroenterite, que pode ser chamada de “gripe de estômago” ou “gripe de 24 horas”. A gripe se espalha ao redor do mundo em epidemias, que resultam em mortes de centenas de milhares de pessoas.

[1] Uma estirpe de H5N1 adaptada a aves, chamada HPAI A(H5N1)

Já dentro do corpo, o vírus infecta principalmente uma importante célula do sistema imunológico, designada como linfócito e ataca o sistema de defesa humano. Uma pessoa normalmente não morre de AIDS mas de outra doença.

São responsáveis por doenças como a artrite reumatóide, inflamações alérgicas, pneumonia atípica e outras doenças, e estuda-se uma possível ligação entre estes organismos e certas doenças relacionadas com o sistema imunológico, como a diabetes e a esclerose múltipla, entre outras.

É uma doença aguda frequentemente caracterizadas por febre, mal-estar, cefaleia, distúrbios gastrointestinais e rigidez de nuca acompanhadas ou não de paralisias.

Sintomas: Febre Alta; Tosse; Dispnéia (dificuldade na respiração); Muitas vezes confundida com a gripe aviária, embora não seja a mesma doença, é causada pelo coronavírus (CoV SARS) tendo diagnóstico a partir de sorologia e PCR.

Todas as doenças supostamente causadas por príons afetam a estrutura do cérebro ou dos tecidos neurais, não possuem cura e são sempre fatais. Deve-se destacar o perigo que infecções por príon representam no âmbito sócio-global, já que os prions são mais resistentes à destruição que qualquer outro agente patogêncio conhecido. Eles são mais duradouros e estáveis que os esporos de anthrax e não podem ser neutralizados por radiação. Além disso, não existem procedimentos de rotina que visem detectá-los. Assim, a contaminação por prion pode ser mais poderosa, ainda que manifestada com menor intensidade a curto intervalo de tempo, que infestações por antrax e sarampo. Contra estas últimas existe ainda a possibilidade de se produzirem vacinas, e a taxa de mortalidade não chega aos 30%.
Precauções
Na academia não emprestar itens pessoais que têm contato com sua pele é um bom começo. Não deixe outras pessoas usarem sua lâmina de barbear, seu sabonete e nem mesmo sua toalha. Se você vai para a academia, não use a mesma roupa duas vezes sem lavá-la (utilize alvejante na lavagem). Também não é difícil tomar um banho antes de sair da academia.
Cortes e arranhões: você também pode prevenir as infecções por MRSA limpando cortes e arranhões com álcool e enfaixando-os. Lembre-se de perguntar para seu médico que tipo de pomada deve utilizar, pois as pomadas antibacterianas podem até piorar o problema do MRSA.
Exames Médicos de Rotina: Também é importante fazer exame, se você suspeita estar com infecção por MRSA. Deter a infecção antes que ela se alastre demais aumenta bastante a sua chance de evitar uma situação em que haja risco de morte.
Infecção Hospitalar Informação: Vários tipos de bactérias, vírus e fungos, são responsáveis por infecções hospitalares, ou infecções nosocomiais. As bactérias Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa e Escherichia coli, estão no grupo que mais infecções causam nos hospitais.
As ferramentas que salvam podem abrigar patógenos e infecções: cateteres, instrumentos cirúrgicos, tubos de respiração e até luvas de látex podem espalhar um surto infeccioso. As infecções hospitalares podem também ser o resultado de água contaminada ou sistemas ventilação. Entre as infecções mais comuns estão infecções do trato urinário, infecções de feridas cirúrgicas, infecções da corrente sanguínea e pneumonia.
As infecções estão cada vez mais virulentas primeiro porque além dos pacientes dos hospitais estarem normalmente com o sistema imunológico enfraquecido novos microorganismos, mais resistentes às drogas tradicionais, estão aparecendo.
Medidas de defesa contra infecções hospitalares
Pelo menos 1/3 das doenças que podem ser evitadas com simples medidas: Lavar as mãos; Converse com uma certa distância. Com as pessoas; Trate bem das feridas e dos curativos, Siga as instruções do seu médico e procure ter uma alimentação saudável.
Estas informações NÃO DEVEM SER CONSIDERADAS ORIENTAÇÃO MÉDICA. Não nos responsabilizamos por quaisquer conseqüências de qualquer tratamento, procedimento, exercício, modificação alimentar, ação ou aplicação de medicação resultante da leitura ou utilização das informações aqui contidas. A publicação dessas informações não constitui prática da medicina e não substituem o conselho de seu médico ou outro profissional de saúde.
